domingo, 3 de junho de 2012

Almada - 3 Charneca - 2 JUVENIS COMPLEMENTAR crónica

Mais uma vitória do Almada.
Uma vitória difícil!
Ressalvo que cheguei ao campo n.º2 do Almada já ia a 2ª parte a meio... Faltaríam talvez uns 20 a 25 minutos para terminar o jogo. Queria apenas ficar com registo fotográfico do encontro... acho que os miudos giostam sempre de ver as fotos. E ainda consegui dar lá um saltinho antes de ir trabalhar!


Deram-me logo o alerta: «JP, estávamos a perder 1-0, mas já demos a volta ao resultado, estamos a ganhar 2-1»...

Épá, a coisa está difícil, então?, comentei.

Golo deles foi um penalti, falta do Pina que terá tocado na perna do avançado deles.
O árbitro deu-lhe cartão amarelo e o penalti, que o Charneca concretizou.

Depois o Almada deu a volta ao resultado e com golos do Sandro e do Natário passou para o 2-1.

Os 20 minutos de jogo que vi:

Vi um jogo muito dividido.
Ora o Almada atacava, ora o Charneca atacava com perigo.
Foi um jogo disputado.

Eu, que conheço o Charneca razoavelmente, os meus filhos jogaram lá (O Mário jogou pelo menos 3 épocas no Charneca, até Escolas A.) reconheci logo alguns jogadores que são, eu sei, juvenis de 2.º ano, ou seja, na próxima época serão juniores.

Sabemos que a maioria das equipas neste Complementar, tal como o Almada, optaram por ter equipas no complementar apenas com juvenis de 1.º ano e iniciados. No fundo estão a preparar a equipa que vai jogar na próxima época.
Eu acho que é boa estratégia.
É começar a trabalhar para o sucesso da época seguinte.

Mas confesso que também percebo a estratégia do Charneca.
O Charneca, que está na 2ª distrital, em Juvenis, fez uma excelente época. Ficou em 3.º lugar, a 1 ponto do Quinta do Conde. Ou seja, esteve mesmo à beirinha de subir de divisão.

Não quiseram terminar a época neste complementar a perder muitos jogos, e então reforçaram o plantel  com alguns juvenis de 2.º ano. Não acho mal.
Estava o Pedro, avançado, filho do Zé Manel, o presidente do Charneca.
Notei que o Pedro continua baixo mas está muito mais atlético, e continua com uns excelentes pés... desde pequeno que o Pedro sempre foi um dos jogadores mais habilidosos do Charneca.

Vi o Ricardinho... também um excelente jogador, era da equipa do Mário no Charneca (1 ano mais velho), vi o Bruno Henriques, também um excelente jogador, já passou pelo Piedade, voltou ao Charneca...

Bem, quanto ao jogo, vi duas equipas a lutarem frente a frente... sem grandes preponderâncias de um lado ou do outro...

A dada altura há uma falta junto à área do Charneca,  desviado para a direita.

É a posição ideal para o pé esquerdo do Leo.

E foi mesmo o Leo a marcar.

Eu juro que foi isto que disse ao pai do Leo, o Neiva, que estava mesmo ao meu lado:

«Leo, igual ao do Vasco da Gama!».  Quando o leo meteu uma bola mesmo no cantinho, no ângulo!

E não é que o Leo faz igualzinho??? Mesmo ao ângulo. Indefensável!

É Nestes momentos que temos muito orgulho nos nossos miúdos.


O Leo é iniciado, pois é, e está a jogar contra jogadores todos eles mais velhos 1 e 2 anos... mas são aqueles pézinhos certeiros que fazem a diferença... Ah pois é...

Entra o 3-1... numa altura crucial.

O Charneca estava a pressionar muito. Podia fazer o empate. E o Leo acaba por decidir o jogo.


Passados alguns minutos, há uma jogada do Almada à esquerda, e o senhor árbitro entende começar a roubar declaradamente... Marca falta a um ligeiro encosto de um jogadior do Almada... quando nitidamente ( e eu só vi 20 minutos de jogo... todos os pais estavam a dizer que foi o jogo todo nisto...) o Charneca foi a equipa mais caceteira, a meter muito empurrão, muito empurrão, muito jogo feio... cheguei a ver o defesa esquerdo do Charneca a dar toquezinhos no Calcanhar do Carracinha ... só para o irritar...   mas numa jogada normalíssima, marca falta contra o Almada.

Ora, o jogador simula o remate para a área, mete para o lado... o jogador do Charneca completamente sozinho, a uns bons 10 metros da área, quase no meio campo, mete a bola forte,  alta, arqueada... e engana o Pina...

Há que reconhecer, é um golão!
Da sítio onde estou não consigo perceber se era defensável ou não...
É verdade que o remate é de muito longe, mas a bola vai muito forte, com muito efeito, admito que fosse difícil de defender.


Depois dá-se mais um episódio esquisito.

O Pina, óbviamente, como qualquer jogador  desolado por sofrer um golo numa bola de tão longe... fica enfurecido e remata a bola contra as redes laterais... Um reflexo natural... intuitivo...

Alguém que está chateado consigo próprio: «Como é que deixei passar isto???? Como ???»

Não me pareceu nada que fosse uma atitude de anti-jogo...

Bem, o árbitro achou que sim, e foi aplicar-lhe o cartão amarelo... sabendo, claro, que já tinha dado um amarelo na 1ª parte... e expulsa o Pina!!!

De uma tremenda injustiça!
Critérios muito manhosos.

Mais um árbitro para somar à lista dos incompetentes que vamos vendo semanalmente nos distritais...
Expulsa um jogador porque o jogador se indignou por ter falhado!
Quando as regras dizem que o cartão seria aplicado por anti-jogo...  E não foi nada disso que se passou!


Aliás, este senhor já tinha feito outra coisa miserável alguns minutos antes.

Há uma jogada em que o Leo lança o Sandro pelo corredor esquerdo... a bola vai muito alta e o Sandro já não consegue... mas é aquele reflexo natural... o Sandro foi apanhar a bola com a mão... para não deixar a bola fugir para a bancada...

Todos sabemos que tocar na bola com a mão é cartão amarelo...

Mas este senhor sabe interpretar leis ou é diminuído?  Então o jogador que vai apanhar a bola com a mão, quando a bola já está fora-de-campo...  apenas para não se perder tempo a apanhar bolas... isto é o que dizem as regras???

Sinceramente... aquele senhor interpreta as leis como um miúdo de 4 anos...

Curiosamente, passa-se mesmo à frente da sua cara, também no lado esquerdo da defesa do Charneca, um jogador que mete a bola fora de campo... o Fora vai ser marcado pelo Almada... mas o rapaz armado em chico-esperto atira com a bola à cara do jogador do Almada...

Isto sim... anti-jogo, atitude anti-desportiva... coisa feia...  mas deixou seguir... achou normal...

Mais um árbitro muito fraquinho! Muito fraquinho!


Bem, depois da expulsão do Pina, entrou o Ruben e teve de sair o Iuri.

A jogar com 10, o Almada ficou fragilizado... o Charneca ainda meteu alguma pressão a tentar o empate. Mas já faltavam poucos minutos para terminar.

Perante a pressão do Charneca... ouvi os adeptos e pais do Almada a pedirem à equipa «Calma, calma... Joga devagarinho...»

Eu sou coerente. Sempre o disse, e volto a dizer: Eu acho que o Almada se quer ter equipas de nível, a jogar bom futebol, não deve, nunca, fazer anti-jogo, usar de manhas anti-desportivas...

É normal que a vencer por 3-2, a jogar com menos um jogador, a 4 minutos do fim, os miudos procurem gerir bem o tempo... Seria absurdo andarem feitos loucos a tentar marcar o 4-2... e a descurar a defesa...
É preciso posse de bola, é preciso segurar o jogo.

Mas não gosto... sempre disse e sempre direi... não gosto de ouvir dizerem aos miudos para queimarem tempo... Que digam «posse de bola», «segura», «troca a bola», «mantém a posse», «não arrisques»...

Agora, «joga devagarinho...», «deixa a bola sair»... «calma... vai devagar»...

Só as equipas fracas sentem necessidade de truques. Os bons estão sempre em campo para mostrar superioridade! E a superioridade mostra-se com futebol positivo!


Bem, e o senhor lá apita para o final do jogo!


Ganhámos 3-2

É a quarta vitória no Complementar!

Desta jornada, destaque para a vitória do Piedade sobre o Monte, por 9-1... tremenda cabazada...
O que nos suscita uma dúvida:

Conhecendo a equipa do Monte, que conhecemos, e não é assim tão má, será que o Piedade está a jogar com os miúdos que fizeram o Nacional e que vão ser juniores?

Se o estão a fazer, têm fortes probabilidades de ganhar este Complementar... mas parece-me que estão a cometer um erro estratégico enorme.

Ora, o Piedade tinha uma equipa de Juvenis no Nacional, fez uma boa época, ficou a meio da tabela, não teve ambições a disputar a passagem à 2ª fase, mas também não correu riscos de descida de divisão.
Só que era uma equipa quase totalmente constituída por miúdos de 2.º ano.
Ou seja, sobem todos a juniores.
E o Piedade tinha equipa de juvenis B?
Não... não tinha... ou seja, o Piedade vai ter necessidade de formar uma equipa de juvenis para disputar um campeonato nacional, precisa de miúdos nascidos em 1996, e não os tem...
É verdade que há muitos miúdos atrás dessa possibilidade de jogar no campeonato nacional. E aparecerão (já estarão a aparecer???) muitos miudos de 1996 para formar essa equipa...

Mas como no Complementar só podem jogar jogadores inscritos no Piedade... só podem usar Iniciados (como nós estamos a usar, nascidos em 1997) e juvenis de 2.º ano...

Conclusão, se estão a apostar nos juniores para o Complementar... não estão a preparar a equipa do ano que vem...  e isso pode vir a revelar-se um tremendo erro estratégico, que podem pagar bem caro...

Mas, confesso, esta é uma reflexão sem qualquer base, não conheço o clube... não faço ideia...



JORNADA 42012-06-03
VisitadoVisitanteTV
Cova da Piedade 9-1 Monte Caparica ACSugerir Video
Pescadores 2-1 ACRUT ZambujalenseSugerir Video
Corroios 2-3 Beira-Mar AlmadaSugerir Video
Almada 3-2 Charneca Caparica



Pos.EquipaPJVEDGMGS
1Almada124400179Jogos
2Cova da Piedade73210145Subiu 2 posições Jogos
3Beira-Mar Almada642021011Subiu 3 posições Jogos
4Pescadores6320195Subiu 1 posições Jogos
5Charneca Caparica642021010Desceu 3 posições Jogos
6Corroios441121212Desceu 3 posições Jogos
7ACRUT Zambujalense14013311Subiu 1 posições Jogos
8Monte Caparica AC14013820




A Próxima jornada joga-se no feriado de quinta-feira:
Vamos ao Zambujal.


JORNADA 52012-06-07
VisitadoVisitanteTV
ACRUT Zambujalense 07/06  09:15 Almadah2h
Monte Caparica AC 07/06  09:15 Corroiosh2h
Beira-Mar Almada 07/06  09:15 Pescadoresh2h
Charneca Caparica 07/06  10:30 Cova da Piedadeh2h





EQUIPA:

Pina
Natário
Rafa
Santana
Gongas
Rafa
'Mémé'
Sandro
André Fonseca
Gonçalo
Iuri

SUPLENTES:
Ruben
Varandas
Dioguinho
Luís Branca
Leo
Filipe
Virginaldo

SUBSTITUIÇÕES:

Ao intervalo:
Saiu Rafa entra Luís Branca
Saiu Gongas e entrou Varandas
Saiu Gonçalo entrou Leandro
Saiu  Iuri entrou Dioguinho

Foi expulso Pina
Entrou Ruben e saiu   ???




GOLOS:
Sandro
Natário
Leo

DISCIPLINA:
Duplo amarelo e vermelho Pina
Amarelo ao Sandro









sábado, 2 de junho de 2012

Literatura e o futebol!

O Suplemento de cultura do El País tem este brilhante artigo sobre a literatura e o futebol.

O que é que a Literatura consegue ir «beber» ao futebol?

Escrever sobre as fintas, a bola, a história de um jogo... são motivos banais que não elevam o pensamento ao ponto de inspirar os artistas da escrita.

Agora se pensarmos nas pessoas, nos indivíduos que são os protagonistas do futebol... aí sim, há muita emoção, há heroísmo, há falhanço, há miséria...


Eis o que escreve o El País-





O Suplemento El País


Héroes trágicos


George Best (saltando) en un partido entre el Manchester y el Chelsea en 1968. / KEYSTONE / GETTY IMAGES
¿De qué hablamos cuando hablamos de fútbol? Podemos hablar del juego, evidentemente. De tal finta, o tal combinación, o tal posición irregular. Pero eso no da para mucho. Lo habitual es hablar de lo que envuelve el fútbol y le da significado. Es lo que ocurre con la literatura futbolística, que tiende a prescindir de lo obvio, es decir, del balón, y prefiere explorar la pasión de quienes lo manejan y de quienes extraen de él su felicidad o su miseria. Si el futbolista es el gran héroe contemporáneo, cosa que se puede lamentar pero resulta difícil discutir, para el trabajo literario hay pocos materiales más atractivos que los que ofrece el héroe trágico del fútbol.
Cuando se escribe sobre fútbol se escribe sobre personas. Sobre los héroes de la cancha, mimados y zarandeados, adorados y vilipendiados, sometidos a presiones tan brutales como absurdas, y sobre la masa anónima de la grada, que vuelca en el deporte pulsiones complejísimas: desde la voluntad de pertenencia a la sublimación de la propia existencia a través de héroes en calzón corto. Se puede hacer buena literatura con una jugada o un gol, y la hacen semanalmente los mejores cronistas deportivos, pero se trata de argumentos con poco recorrido. Incluso los cronistas deportivos recurren a la personalización: la tentación es irresistible.
La dificultad de conjugar juego y literatura tiene un perfecto ejemplo en el cuento 19 de diciembre de 1971, de Roberto Fontanarrosa, una de las cumbres de la literatura futbolística. El cuento se refiere a una semifinal que en tal fecha disputaron en Buenos Aires Central y Newell’s, los dos equipos de Rosario (Argentina), y que por diversos motivos tuvo un enorme impacto. En el partido hubo solo un gol, de trascendencia histórica para miles de rosarinos. Pero el Negro Fontanarrosa prefirió olvidar ese lance y fabular de forma periférica sobre la peripecia de unos hinchas canallas, como se apoda a los de Central, y de la tragedia (o éxtasis definitivo) de un viejo apasionado canalla con problemas cardiacos.
El gol, en cambio, tuvo su propio recorrido cultural por vías protoliterarias. Como en las representaciones litúrgicas del teatro medieval, cada 19 de diciembre los canallas escenifican en diversas ciudades del mundo “la palomita de Poy”, el gol que decidió el partido. A veces ha sido el propio Poy quien ha realizado el testarazo estelar en la función. Si no está Poy, vale cualquiera. Igual que la consagración en el Medievo, el gol adquiere la categoría de inefable: es lo que es y se puede evocar, pero no reconstruir con palabras, porque mengua.

El cuento ‘19 de diciembre de 1971’, de Fontanarrosa, es una de las cumbres de la literatura futbolística
Entre los muchos héroes trágicos que el fútbol ha prestado a la literatura, y en medida menos relevante a otras artes, el más destacado es sin dudaAbdón Porte. Sobre él escribió Horacio Quiroga el cuento Juan Polti. Eduardo Galeano relató su historia en Muerte en la cancha, uno de los capítulos de su clásico El fútbol a sol y sombra. La pieza más reciente, hasta donde sabe el cronista, es Abdón en polvo convertido, de Manuel Jabois. No será la última.
Abdón Porte, uruguayo de Libertad, fue mediocentro y capitán del Nacional de Montevideo hasta 1917. Al concluir la temporada de ese año, los directivos del club le comunicaron que habían fichado a Alfredo Zibechi para sustituirle y que preferían que se quedara en el banquillo como suplente, con la idea de que poco a poco pasara a desempeñar una función que apenas existía por entonces, la de entrenador. Porte recibió la noticia tras el partido de la última jornada, frente al Charley. No hizo comentarios. Fue con sus compañeros a celebrar la victoria, 3-1, y hacia medianoche regresó al Parque Central, el estadio de Nacional. No se sabe cuántos años tenía Abdón esa noche porque se ignora su fecha de nacimiento. Debía tener menos de 30. Abdón caminó sobre la hierba hasta el círculo central, empuñó una pistola y se disparó al corazón.
Abdón no se mató por quedarse sin fútbol. Podía haber jugado en otro club. Abdón se mató porque no soportaba la idea de no vestir nunca más la camiseta de Nacional, su gran amor. Sobre su cadáver se halló una nota en verso dedicada a Nacional: “Aunque en polvo convertido, y en polvo siempre amante, no olvidaré un instante lo mucho que te he querido”.
Los otros grandes personajes trágicos del fútbol han tenido un final más lento y encarnan al héroe que, privado del balón, del aliento de las gradas y de la condición semidivina que caracteriza al jugador en activo, muere de pena y de tedio. Ese fue el caso de Manuel Francisco dos Santos, Garrincha (1933-1983), un mestizo con los pies girados, una pierna más larga que otra y la columna vertebral torcida. Según el psicólogo de la selección brasileña, Garrincha era “un débil mental incapaz de comprender el fútbol”. Ciertamente, el mejor extremo derecho de todos los tiempos nunca llegó a captar los mecanismos de puntuación en la liga ni entendió que tras una final no se disputara encuentro de vuelta. Solo sabía jugar. Después de retirarse, Garrincha, fumador y alcohólico desde los 10 años, se dejó morir. Duró hasta los 50.
Similares, aunque no tan desoladores, fueron los casos de George Best, el mágico extremo norirlandés del Manchester United en los sesenta, fallecido en 2005 poco después de un trasplante de hígado, o de Paul Gascoigne, el futbolista inglés más exquisito de los noventa, que sobrevive aún, a los 46 años, pese a úlceras, trastornos cardiacos y hepáticos, problemas psicológicos, peleas y algún intento de suicidio.
La de Adriano Leite Ribeiro (Río de Janeiro, 1982) es una historia distinta. Adriano no esperó a retirarse para hundirse. Era la estrella del Inter de Milán, un gigante capaz de hacer diabluras con el balón, cuando a los 25 años murió su padre. Él debió morir también un poco, porque desde ese momento solo pensó en volver a Brasil. No para jugar, sino para encerrarse en su favela natal con sus amigos de infancia, convertidos en distribuidores de droga, y anestesiarse con cerveza y cocaína. Es lo que viene haciendo últimamente, con algunas pausas en las que ficha por un equipo y trata, sin éxito, de recuperar el fútbol.
¿Qué decir de René Houseman? El mejor extremo derecho del fútbol argentino llegó a jugar ebrio, con Huracán, un partido contra River Plate. Apareció tambaleándose por el vestuario poco antes de iniciarse el encuentro, pero aun así le alinearon. Él mismo contó, años más tarde, lo que ocurrió sobre el césped a cuatro minutos del final y con empate a cero: “Parece que fui a buscar una pelota, procedente de un pase de Russo. Avanzando de derecha a izquierda en diagonal eludí a uno, la tiré larga entre los dos defensores centrales y cuando desde el arco me salió Fillol en el mano a mano amagué, lo eludí y la crucé suavemente con la pierna derecha. Modestamente, un golazo. Dicen que me quedé tirado en el suelo, riéndome. Tras eso me hice el lesionado, pedí el cambio y me fui a dormir a mi casa. Comentan que la gente, ignorando mi estado, me despidió con el cántico tradicional: Y chupe, y chupe, y chupe, no deje de chupar, el Loco es lo más grande del fútbol nacional”.
Houseman vagabundea ahora por su barrio, flaco, pobre y simpático, en lucha permanente contra el alcohol.
Brian Clough nunca marcó un gol borracho porque sus demonios interiores y su alcoholismo despertaron cuando se retiró como futbolista y empezó a entrenar. El drama personal de Clough está contado en dos libros, Provided you don’t kiss me (Con tal de que no me beses), de Duncan Hamilton, y The Damned United, de David Peace, trasladado al cine en 2009. Socialista, donante de fondos a los mineros en huelga, presidente de la Liga Antinazi, entrañable o insufrible según los momentos, Brian Clough es considerado uno de los mejores técnicos de la historia del fútbol inglés. Tuvo éxito desde que dio los primeros pasos como entrenador, pero pese a ello no soportó la presión. Mantenía una lucha permanente contra el mundo. Durante la temporada 1992-1993, la última con el Nottingham Forest, al que había hecho ganar todos los títulos posibles, ofreció un espectáculo deprimente. Tenía el rostro hinchado, la nariz bulbosa, los ojos vidriosos. Hablaba con dificultad. Sufría una borrachera inacabable. El Forest bajó y Clough fue despedido. En 2003 se sometió a un trasplante de hígado. Murió al año siguiente, de un cáncer de estómago.
A veces no es la presión del propio fútbol la que provoca tragedias, sino presiones peores. Como las que sufrió Matthias Sindelar, el mejor jugador nacido en Austria. Sindelar, apodado Mozart por su talento y de origen judío, no aceptó la anexión de su país al Reich alemán en 1938 ni soportó el régimen nazi. El 3 de abril de ese año se disputó un amistoso entre las selecciones de Alemania y Austria antes de que ambas se fundieran en una sola, y Sindelar, que se negó a saludar brazo en alto, humilló a sus adversarios: primero, rematando intencionadamente fuera los balones que le llegaban; luego, driblando una y otra vez y llevando a su equipo a la victoria. No se lo perdonaron. Tuvo que abandonar el fútbol y fue sometido a continuas investigaciones policiales. Un año después, su cadáver y el de su novia fueron encontrados en la casa vienesa que compartían. Oficialmente, murió por un escape de gas. Pero siempre se ha especulado con un suicidio, o incluso con la hipótesis de un asesinato cometido por la Gestapo.
Luego, caso aparte, está lo de Diego Armando Maradona, una comedia trágica, o una tragedia humorística, que constituye en sí misma un género literario. Jorge Valdano suele decir que Maradona es objeto en Argentina de la misma veneración que mitos como Evita Perón, Carlos Gardel o Ernesto Che Guevara, con la diferencia de que él sigue vivo. Maradona ha resistido años de adicción a la cocaína y ha llegado a estar al borde de la muerte, pero, como en la cancha, ha tenido algo que no han tenido otros. Y ha logrado escapar.
Cuentos reunidos. Roberto Fontanarrosa. Alfaguara. Cuentos argentinos. Roberto Fontanarrosa. Siruela. El fútbol a sol y sombra. Eduardo Galeano. Siglo XXI. Cuentos completos. Horacio Quiroga. Colección Archivos / Cruz del Sur. Irse a Madrid y otras columnas.Manuel Jabois. Pepitas de Calabaza. Provided you don’t kiss me. 20 years with Brian Clough. Duncan Hamilton. Harper Perennial. The Damned United. David Peace. Faber and Faber.

Seniores do Almada podem festejar subida de divisão este domingo!!! VEM APOIAR!

Este domingo, começa às 17:00 o jogo dos seniores do Almada contra o Arrentela, jogo que pode ser decisivo para a subida de divisão do Almada.

Basta-lhe 1 empate!

Com 5 pontos de avanço sobre o 3.º lugar, o Almada pode empatar que já tem a subida de divisão garantida!

Por isso, foi feito o apelo.

VEM AO ALMADA NO DOMINGO PELAS 17:00

ESTÃO PROMETIDAS SURPRESAS (E eu nem sei que surpresas são... juro, não me contaram)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Torneio da Vidigueira SUB14


Os SUB14 fizeram este fim de semana o torneio da Vidigueira.

É o primeiro de dois torneios para a preparação da fase final das seleções distritais o chamado Lopes da Silva, que este ano vai ser nos Açores.

Ora a nossa seleção de Setúbal ficou em 3.º Lugar.

A nossa seleção SUB14 do ano passado ficou em 2.º

Ganhámos o primeiro jogo nos penaltis contra o Algarve e depois perdemos na final contra Évora, por 1-0.

A nossa equipa do ano passado (não conheço a deste ano, sei apenas que inclui um jogador do Almada, o Alcino, que é um defesa central fabuloso) incluía 3 jogadores do Almada (Gonçalo, Mário e Iuri - Iuri acabou por não ir à fase final por lesão) era mesmo muito boa.
Segundo os elementos da Associação de Setúbal, nunca se tinha conseguido o 5.º lugar, foi o melhor de sempre, num conjunto de 22 seleções. Ganhámos a Viseu, Vila real, Évora  e  Algarve e perdemos com Santarém, num jogo azarado. Se tivéssemos pelo menos empatado com Santarém, teríamos disputados os 4 primeiros lugares...


Em breve farei uma ronda por todos os miúdos da seleção de Setúbal (nascidos em 1997) e procurarei identificar em que clubes estão...

Assim de cabeça... vou arriscar aqui alguns nomes, se bem que acredito que muitos destes miúdos podem mudar de clubes este ano. A ver vamos.

Guarda-Redes:

Ruben (ALMADA)
Peixe (CORROIOS)
Marinheiro (VIT. SETÚBAL)


Defesas laterais 

Joel (VITÓRIA SETÚBAL)
Aiveca (BARREIRENSE)
Diogo Silva (CORROIOS)
Breno (PESCADORES)
Iuri (ALMADA)
Edi (VIT. SETÚBAL)


Defesas centrais

Xavier (BENFICA)
João Fernandes (VIT. SETÚBAL)
LOPES (CORROIOS)
Mouzinho (CORROIOS)


Trincos:

Mário (ALMADA)
Rufio (CORROIOS)

Médios ofensivos

Gonçalo (ALMADA)
Márcio (BELENENSES)
Pedro Carmo (CORROIOS)
Ruizinho (CORROIOS)
Fábio Moreno (Beira Mar)


Avançados:

Tomás Santos (BARREIRENSE)
Iuri Pinto (SPORTING)
Luís Rosa (VIT. SETÚBAL)
Freches (BELENENSES)
Varandas (ALMADA)
'Bogas' ?????   - Ex-TRAFARIA



DESTE GRUPO, QUE INCLUI CERTAMENTE ALGUNS DOS MELHORES JOGADORES DO DISTRITO DE SETÚBAL, EU ACRESCENTARIA MAIS UNS TANTOS...

Santana - Central do Almada
Ricardo Gandum - Central do Beira Mar
Nuno Martins - Médio do Piedade
Leo - Médio do Almada
Pipo - Médio do Corroios

E há muitos mais bons jogadores de 1997...
Só no Almada, Corroios e Piedade acrescentaria pelo menos mais uns 10 belíssimos jogadores...

Infelizmente, não se faz selecção distrital  SUB15...


Em breve farei uns telefonemas e atualizarei estes dados, com os clubes destes miúdos. E aproveito para recuperar fotos da seleção de Setúbal... Porque «recordar é viver...»









Selecção Sub/14 – III Torneio "Vidigueira"
Sexta-Feira , 25 Maio 2012
A nossa Selecção de Sub/14, juntamente com as Selecções do Algarve, Beja e Portalegre, participam no III Torneio "Vidigueira  - 2012", a realizar-se no dia 26 de Maio no Estádio Municipal da Vidigueira.
Em anexo convocatória - (Clik Aqui)
Programa do Torneio - (Clik Aqui)
                                    Calendário de Jogos
                                                1ª. Fase
     Jogo nº. 2 – Selecção AF Algarve  2  /  Selecção AF Setúbal - 1

                                         2ª. Fase-Final
                       
                        Jogo nº 3 -  AF Setubal 3  /  AF Beja 1
A AF Setubal classificou-se em 3º. lugar no Torneio Quadrangular da Vidigueira
©SETUBAL

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Leandro... grande Leandro...



Conhecem este rapaz?

Pois, muitos de vós não conhecem, muitos conhecerão.::

Ora, conheci o Leandro, com o Beto e o Vítor, em Junho de 2008, no momento em que a Geração benfica entrou no Almada com um pequeno torneio Rui Costa.

A equipa do Leandro e do Beto (da nossa equipa de juvenis) ganhou o torneio!

Assim que vi aqueles miúdos jogar... fiquei doido.

O Leandro teria, na altura, uns 13 anos, seria infantil A.

O miudo era fabuloso. A forma como metia o pé na bola, a inteligência do passe, a habilidade no drible...

Basta ver o rapaz tocar na bola durante 5 minutos e percebe-se que é um miudo especial.

Ora, na altura os organizadores do torneio obviamente abordaram os miudos. O Beto ficou no Almada, mas o Leandro já era cobiçado por inúmeros clubes. Na altura era o Belenenses quem mais o tentava.

O leandro acabou por ir para o Belenenses, no ano seguinte estava no benfica, não se deu bem, depois esteve no V. Setúbal... e, nesta época que passou, fez o campeonato da 1ª distrital no beira-Mar de Almada...

É verdade.

Nunca cheguei a vê-lo jogar, mas dizem-me que era o motor da equipa. Era ele que decidia muitos jogos, com a sua intelig~encia...

Hoje encontrei-o no Monte! Estava a ver o nosso jogo!

- Abordeio-o: «Leandro, estás bom? Já sei que fizeste a época no Beira-Mar, vais subir a junior, e para o ano, como vai ser?»

- «Ainda não sei, tenho vários convites, Belenenses, V. Setúbal, Estoril....»

Desejei-lhe boa sorte, embora tivesse ficado um pouco desconcertado ao perceber que o Leandro está inclinado a ir para um clube que lhe vai pagar o passe e talvez mais algum dinheiro... Imagino que não seja muito... se calhar uns 50 euros por mês...

Este miúdo é do melhor que já vi... com uma boa equipa técnica, alguém que o acompanhasse, seria certamente um profissional do futebol...

bem orientado, este miúdo pode vir a ser um craque daqui a uns anitos...

Vamos acompanhar...

Vamos ver...

Eu estou a torcer pelo Leandro!
Que tenha muita sorte!

Se bem que ficamos a pensar:

«Que raio... se um miúdo como o Leandro não vingar no futebol... como é que outros podem lá chegar?»

Pelo sim, pelo não, ainda lhe disse: «Leandro, se quiseres aparece no Almada para fazeres um treino... só para veres se gostas...»   começou a rir-se: «Não, este ano quero jogar no Nacional!»

Percebo...


Na altura, em 2008, gostei tanto de ver os miudos jogar que criei um blog e meti lá as fotos destes miúdos.

Aqui está:

http://asilo28maio.blogspot.pt/ 

domingo, 27 de maio de 2012

Lobato's Vencem torneio no Algarve

Acabei de saber que a equipa do Armando Lopes, o Lobato's Foot, que inclui 3 jogadores do nosso plantel (Daniel Carvalho, Miguel Torres e Tiago Lopes) venceu um torneio no Algarve.

Ontem venceram o Louletano, por 1-0.

Na final jogaram contra a equipa da Casa. o S. Luís de Faro, que se sagrou campeã distrital e sobe ao Nacional, os Lobato's começaram a vencer na final por 1-0, com um golo de belo efeito  de Tiago Lopes.

Na fase final a arbitragem foi um bocadinho caseira, contam-me, e eis que os da casa fazem o 1-1 a 3 minutos do fim!

Nas grandes penalidades os Lobato's venceram por 6-5

PARABÈNS MIUDOS!!!
GRANDE VITÒRIA!




Monte da Caparica - 2 Almada - 5 JUVENIS (VÍDEO)

Monte da Caparica - 2 Almada - 5 JUVENIS (FOTOS)















































Monte da Caparica - 2 Almada - 5 JUVENIS/COMPLEMENTAR) 27MAIO2012 CRÓNICA

Cheguei ao Monte já decorriam uns 25 minutos de jogo.
O Almada vencia por 2-0
Golos de Sandro e André Fonseca

O que vi nesses últimos 15 minutos da primeira parte foi uma equipa de amarelo a dominar muito, a criar perigo, muito abalançada para o campo do Monte..: E uma equipa azul com dificuldades ofensivas... Raras vezes chegavam à nossa baliza.




EQUIPA:
Ruben  - Iniciado
Natário (lat. dir.)
Rafa I  (central) iniciado
Santana  (central)  Iniciado
Varandas (lat. esq.) Iniciado
Rafa II  (trinco)
Leo (médio ofensivo)  Iniciado
"Mémé" (médio ofensivo)
Sandro (extr. Esq.)
Gonçalo (extr. dir.)  Iniciado
André Fonseca (avançado)

(5 juvenis de 1.º ano e 6 iniciados) 

BANCO SUPLENTES:
Carmelo
Luís Branca
Gonçalo  Ribeiro
Iuri
Filipe (Zuca)
Diogo Liladar
Garcia

GOLOS:
André Fonseca
Sandro
Gonçalo
Iuri
Sandro

DISCIPLINA:
Gonçalo (amarelo) contestar decisão árbitro
Natário (amarelo) Toque por trás numa jogada perigosa deles
2 amarelos a jogadores do Monte por entradas perigosas



SUBSTITUIÇÕES:
Ao intervalo:
Saiu Rafa II entrou Luís Branca
Alguns minutos mais tarde:
Saiu Leo, entrou Iuri (Gonçalo passou para médio)
Mais tarde:
Saiu 'Mémé' por lesão entrou Filipe
Mais tarde:
Saiu Varandas entrou Gonçalo


CRÓNICA:
O jogo não deixou margem para dúvidas, a equipa do Almada era mais forte, e acabou por dominar o encontro. Fazendo golos com naturalidade. Diria mesmo que se desperdiçaram muitos golos (não tirando o mérito ao guarda-redes do Monte)


Na 1ª parte o meio-campo esteve muito forte, com o Leo, o Mémé e o Rafa a trocarem muito bem a bola e a simplificarem o jogo.

A defesa esteve bem, mas a bola quase nunca lá chegava.

Os avançado estiveram bem, mas hoje o remate não saía... Há dias assim!

Na 2ª parte muita coisa mudou.

O Luís Branca fez bem o papel do Rafa. Muito seguro e intenso.

A saída do 'Mémé' é que se fez sentir, o Zuca não tem metade da intensidade, embora se tenha esforçado bastante e tendo sido o responsável por uma das melhores jogadas do encontro. Um passe ao primeiro toque a rasgar a defesa, mas o fiscal de linha a marcar fora-de-jogo, a meu ver, mal... Aquele passe do Zuca foi fenomenal!

O Natário é sempre aquele defesa que ocupa o campo todo, ora defende, ora está na área adversária... É um jogador muito forte, mas que exige muita atenção dos colegas, porque pode estar em todo o campo. Cheguei a vê-lo cortar uma bola junto à linha da esquerda...

O Varandas esteve perfeito na defesa, à esquerda, embora eu, que o conheço bem, sinta que o João ainda não se adaptou bem ao lugar de defesa... Sempre jogou a extremo,  está a adaptar-se ao lugar, e de fora sente-se que não é aquele jogador alegre que estávamos habituados a ver. Falta-lhe aquela alegria...
Eu, no lugar do João, punha os olhos no Natário...  Desde que a restante equipa também seja solidária com ele, como é com o Natário, o João também pode subir no terreno e procurar o desequilíbrio no 1 para 1... que sempre foi o forte do João, desde que o conheço a jogar... há 4 anos...


O 'Mémé' é aquele jogador desequilibrador que as pessoas conhecem. É evidente que se trata de um jogador com trunfos muito fortes, desde logo a disponibilidade física, a intensidade de jogo (este é o seu grande forte... penso eu de que)  a capacidade técnica...  Hoje, confesso, que não gostei de alguns pormenores... Exagerou um bocadinho no exibicionismo. Vírgulas, isto e aquilo...  excesso de confiança, diria eu... O que também é normal, para um fim de época, num complementar, que já conta pouco... é normal que os miudos se sintam mais descontraídos e façam umas brincadeiras...  Só que depois teve o azar de sofrer uma entrada feia de um jogador do Monte! Saiu de campo e acabou agarrado ao gelo!
Todos esperamos que não seja nada grave. Em 2 ou 3 dias esteja a 100%

Gonçalo e Iuri foram hoje dois jogadores inspirados. O Gonçalo foi lutador, a vir buscar a bola atrás, a procurar o espaço vazio à frente. Gostei. Adorei mesmo. Foi pena teres mandado bocas ao árbitro Gonçalo... tens de aprender a controlar esses impulsos!!!


O Iuri teve hoje a prova provada de que aquela atitude de nunca desistir de nenhuma bola dá resultados. Acreditar sempre que se consegue chegar antes do adversário.... Este é o grande trunfo do Iuri, associado à velocidade com a bola nos pés...  Roubou a bola aos defesas por 3 ou 4 vezes... uma das vezes fez golo, noutras ofereceu bolas para golo...  Esteve em grande! É isso mesmo Iuri!

Sandro e André estiveram excelentes à frente, muito lutadores.
Só não entraram mais golos... porque há dias assim... em que as bolas não saem... mas atrever-me-ia a dizer que os dois tiveram pelo menos umas 5 ou 6 oportunidades de golo não concretizadas...

O Ruben foi poucas vezes solicitado na baliza, mas as vezes em que foi, os avançados do Monte apareceram frontalmente, dentro da área... dois remates fortíssimos, sem defesa!

Num dos lances, Ruben terá caído mal e foi assistido!
Esperemos que nada de grave!


NOTAS FINAIS:
Continuo a ver uma coisa que me agrada muito, e que me agrada desde o primeiro minuto que entrei no Almada:

A atitude da equipa, de jogar por jogar. O jogo pelo jogo, há sempre empenho, determinação, até ao último minuto.
Eu confesso que detesto equipas que jogam aquele esquema manhoso de queimar tempo... «Estamos a ganhar 3-0... então agora vamos segurar mais a bola, jogar devagarinho»... detesto isso!

Felizmente o mister Nuno Vieira também é adepto do jogo até ao último minuto!
E isso é muito bom!


COMENTÁRIOS:

Ouvia alguns pais nas bancadas a dizerem que esta equipa está mesmo muito forte.
Agora sim, há um  11 forte, e continuam a existir no banco jogadores tão fortes como os que estão em campo. Isso é o que todo o treinador deseja. Ter opções...






Resumo da 1.ª PARTE Almada - 5 ADCEO - 0 18FEV2012 (VÍDEO)